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A fragmentação do ecossistema da casa inteligente

Fonte: SevenHugs (EUA) - dezembro 2015

A fragmentação do ecossistema da casa inteligente

A cada dia um número crescente de dispositivos inovadores são lançados para tornar nossa casa mais inteligente. Com a promessa de mais economia de energia, mais conforto mais segurança ...
Enquanto gadgets e wearables conectados já se espalharam no mercado de massa, dispositivos domésticos inteligentes continuam a se expandir em um ritmo mais lento. As casas inteligentes devem mudar o nosso modo de vida, mas há alguns obstáculos a superar para que isto seja amplamente difundido.

Os Estados Unidos foram os primeiros a abrir o caminho para a adoção de casas inteligentes: 7,9 milhões de casas estão agora equipados com dispositivos conectados. Europa vem a seguir com 2,7 milhões de casas. O potencial do mercado global é enorme: o ultimo estudo da Berg Insight estima que, até 2019, haverá 69 milhões de domicílios equipados na América do Norte e na Europa somente. No entanto, a adoção pelo mercado de massa irá ocorrer apenas se certos obstáculos principais forem superados.

Conforme destacado pelo Business Insider, o principal problema é a fragmentação do ecossistema tecnológico da casa inteligente. Idealmente, cada dispositivo deve conversar com o outro, mas, na realidade, hoje eles precisam ser controlados separadamente. O cliente acaba com vários aplicativos móveis ou controles remotos, tornando o uso muito confuso.

As aplicações móveis são uma ótima maneira de instalar e configurar um novo dispositivo ligado, ou até mesmo controlá-lo quando não estiver em casa. Mas eles não são adequados a todos para um uso diário dentro de casa. Conforme a solução adotada, pode demorar de 5 a 6 etapas e mais de dez segundos apenas para acender uma luz com o aplicativo móvel associado.

Além disso, as soluções atuais para controlar dispositivos conectados não podem ser facilmente compartilhadas e utilizadas por todos os membros da família. Ter uma casa inteligente deve ser uma experiência perfeita, mas, hoje, dispositivos domésticos inteligentes não atendem às expectativas dos clientes em termos de experiência do usuário.

No final, os proprietários de dispositivos inteligentes para a casa ficam muitas vezes frustrados, e abstem-se de adquirir dispositivos adicionais. O mercado de casa inteligente no momento está entre os entusiastas ("early adopters") e o mercado de massa. Mas o aumento quase exponencial mercado parece depender da capacidade dos dispositivos de interagirem neste ecossistema.

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Aureside na Imprensa

"Casa inteligente já é uma realidade" - O Globo (maio de 2017)

"O Trabalho no Futuro" - TV Novo Tempo (maio 2017)

"Descubra se vale a pena investir na automação residencial" - Portal G1- Globo (set 2016)

"A casa que pensa" - "Folha de São Paulo" (set 2016)

"Idosos conectados geram demanda por inovação" - "O Estado de São Paulo" (ago 2016)

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